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Clique e ouça faixas de toda a carreira de Zé Eduardo Nazario, entre trabalho solo, projetos coletivos e participações
Trajetória / Solo ou Band Leader
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Octeto Zen, 2001
1982 - 2008


a. Poema da Gota Serena

O Grupo Um estava sedimentando perante a critica especializada de alto nível uma reputação de realizar no Brasil um tipo de música que até pouco tempo atrás era pouco provável de se viabilizar, e o disco independente estava quebrando barreiras e trazendo coragem aos que ainda viviam o medo de um passado recente, que os levou à estagnação e ao anonimato, escondidos sob o manto da mediocridade dos produtores alinhados aos interesses de prover e manter a miséria cultural nos meios de comunicação de massa.
Era a hora de crescer ainda mais, e como vínhamos produzindo grande quantidade de material, colocar nesse novo mercado tudo que fosse possível era uma meta, e sendo assim, ao receber o convite do então recém formado sêlo "Lira/Continental", não tive dúvidas em produzir ao lado do Cacau e do Lelo uma nova história. Era o momento!


O disco "Poema da Gota Serena" teria que ser feito naquela base, dois dias de estúdio e pronto, o que de certa forma já era de praxe para nós, e para se ter idéia do ambiente, a gravação do terceiro disco do Grupo Um estava acontecendo concomitantemente, no mesmo estúdio e no mesmo período, mas eu não queria fazer um disco que se parecesse com os outros trabalhos, e optei por estabelecer dois duetos, um com o Lelo, pelo entrosamento que sempre tivemos e por saber de sua concepção musical de tentar não se repetir nunca, buscando sempre novas fórmulas e sonoridades, e outro com o Cacau, que era meu novo companheiro, vindo constantemente a São Paulo e tocando comigo durante horas a fio no porão da Teodoro, participando de meus cursos de percussão como convidado no meu grupo e também possuidor de uma criatividade musical ilimitada, caindo como uma luva na proposta de um trabalho onde esses eram os atributos necessários.
Por volta de 1984, com a dissolução do Grupo Um, comecei a fazer alguns shows de lançamento do meu disco "Poema da Gota Serena", num trabalho solo de percussão, onde eu utilizava muitos instrumentos como berimbau, pandeiro, tabla, a barraca de percussão com tudo pendurado, bateria, fazia sons vocais, aquele negócio todo... Como atividade paralela, recebia em casa uma quantidade cada vez maior de alunos particulares que estavam ávidos em conhecer e praticar aquelas técnicas, ritmos e linguagem de percussão e bateria que eu vinha propondo desde a época do Grupo Experimental de Percussão (1969),ao lado do Guilherme Franco, passando pelo grupo do Hermeto, Egberto, Grupo Um, proposta essa que me interessava profissionalmente e que me possibilitou desenvolver uma escrita e uma simbologia para os instrumentos brasileiros de percussão que de fato não existiam no mercado, e muito embora eu não tenha escrito e publicado um livro, meus manuscritos foram espalhados pelo Brasil e pelo mundo, como muitos tem me relatado, cumprindo o papel de levar ao conhecimento de muitos estudantes, músicos e professores um pouco da arte da percussão brasileira.

b. Octeto Zen

A partir de 1992, comecei a freqüentar a cidade de Pouso Alegre, aonde resido atualmente, vindo a trabalhar no Conservatório JKO, primeiramente ministrando workshops e reciclagens para professores, participando de shows e eventos patrocinados pela escola e depois vindo a trabalhar por 6 anos, de 1998 a 2004, como professor contratado. Durante esse período coordenei um grupo instrumental, formado por professores da escola, que ficou conhecido com o nome de "Quinteto ZEN" e depois com a entrada de mais alguns integrantes passou a se chamar "Octeto ZEN". Realizamos vários shows em Pouso Alegre, e diversas outras cidades de Minas Gerais, tendo nos apresentado no Museu da Pampulha em Belo Horizonte a convite do Secretário de Cultura do Estado de Minas Gerais, com grande destaque, além de participar do Instrumental Sesc Brasil em janeiro de 2002 em São Paulo, gravado e transmitido em rede nacional pelo SESC TV. O grupo também se apresentava com formações que iam de trio a quinteto, dependendo da ocasião.

Já nesses últimos anos, montei o Zé Eduardo Nazario Trio/Quarteto/Quinteto/Sexteto, que se apresentou regularmente no All of Jazz em São Paulo, e realizou vários shows nas unidades do Sesc e no interior de São Paulo e Minas Gerais, além de participar de Festivais de Jazz e Música Instrumental. O grupo tem se apresentado regularmente no "New York Bar" em Poços de Caldas, participou do BIA - Brasil Instrumental Andradas (MG) e do Concerto Internacional de Jazz de Poços de Caldas, em 2007.

Os músicos que vêm tocando comigo em formações instrumentais nesses dez últimos anos:
Adriano de Carvalho (guitarra)
Alexandre Zamith (piano)
Alexei Tziganov (vibrafone)
Alfredo Cardim (piano, amigo de longos anos, reencontro em Boston, novembro 2007)
André Juarez (vibrafone)
Bocato (trombone)
Cesar Galvão (pianista do antigo Xangô Três, tocando junto de novo após 40 anos)
Chico Oliveira (trumpete)
Daniel Alcântara (trumpete)
Danielle Dauzcuk (sax alto)
Deivid Santos (guitarra)
Dom Um Romão (bateria/percussão)
Eduardo Toledo (piano)
Enéias Xavier (contrabaixo)
Fábio Bizarria (Sax Tenor)
Felipe Avila (guitarra)
Fernando Pereira (guitarra)
Fernando Huergo (baixo elétrico)
Irio Jr. (piano)
Jorge (guitarra)
Frank Herzberg (contrabaixo)
Guilherme Cordeiro (baixo elétrico)
Itamar Collaço (contrabaixo/baixo elétrico)
Jean Pierre Rickebush (trumpete)
John Stein (guitarra)
John Pierce (trombone)
Lelo Nazario (teclados)
Letícia Ribeiro (sax tenor)
Luciano Vieira (baixo elétrico)
Mario Cechetto (sax tenor)
Marta Karassawa (piano)
Moisés Alves (piano)
Nélio Porto (piano/teclados)
Nelson Sachetto (sopros)
Regina Vilela (percussão)
Renato Khefi (piano)
Ricardo Pacheco (piano)
Roardo Bernardo (sopros)
Rubinho Antunes (trumpete)
Teco Cardoso (sopros)
Vinicius Dorin (sopros)
Zerró Santos (contrabaixo)

 
 
DISCOGRAFIA
Poema da Gota Serena (1982)
Zé Eduardo Nazario / Lelo Nazario / Cacau

1. N'daê :: 2. Percussônica :: 3. Festa de Rua :: 4. Flor do Sul :: 5. Dança das Águas :: 6. Maracatu :: 7. O Sétimo Portal :: 8. A Xepa :: 9. Psicopático

 
ZEN (1998)
Zé Eduardo Nazario / Lelo Nazario / Cacau

1. Flor do Sul :: 2. Acarajé ao Curry:: 3. Anônima :: 4. Vida :: 5. Energia dos Três Mundos / Só pra Ouvir :: 6. Pra Sentir e Contar :: 7. ZEN

 
 
FOTOS e MATERIAL
2002
Octeto Zen, 2002 Quarteto ZEN Quarteto ZEN Quarteto ZEN
 
 
IMPRENSA
CRÍTICA
Som Três - Revista Mensal - 02/1984
“Poema da Gôta Serena” é um muito bem sucedido esforço de Zé Eduardo Nazario no difícil terreno do “disco de percussão”. Músico de extraordinária competência, ele explora ao lado de ótimos Lelo Nazario e Cacau, um vasto arsenal de instrumentos, sempre com muita sensibilidade, equilíbrio e sentido musical, sem cair em exagêros. O disco é bem variado, de audição estimulante, com temas que misturam Índia - escola de Viena - Nordeste - Et cetera. Enfim, música livre de alta qualidade.
 
A MÚSICA INSTRUMENTAL DE ZÉ EDUARDO NAZARIO
O Estado de São Paulo, sexta feira, 31/05/1985
Zé Eduardo Nazario, compositor, baterista e percussionista, estará com seu grupo, hoje e amanhã, apresentando no Museu de Arte de São Paulo, um espetáculo de Música Instrumental ... O grupo integrado por seis instrumentistas - Zé Eduardo Nazario, Felipe Ávila, Miguel Briamonte, Paraná, Guelo, Fernando Marconi, mais dois músicos convidados, Cacá Malaquias e Wilson Ribeiro, mostra ritmos diversos, um tipo de som que procura ligar o convencional ao moderno, o acústico ao eletrônico. Eles vão contar ainda com a participação especial de Meeta (Ravindra) Karahe, uma vocalista de música clássica indiana que vai interpretar, junto com Nazario, uma série de ragas.
 
PEARL MASTERS CLASSES
Modern Drummer Brasil - 06/1996 - Alexandre Hisayasu / Luis Tadeu Correa
Zé Eduardo Nazario abriu o evento, trazendo um pouco da história das nossas bateras. Falando de sua carreira, Nazario concentrou seu workshop na evolução dos ritmos brasileiros, mostrando para a atenta platéia presente que tem muita história para contar. Participaram ainda, outras feras como Chiquinho D´Almeida (sopros), Itamar Collaço (baixo) e Felipe Ávila (guitarra), que deram um show de brasilidade. 
 
EVENTOS - I SALÃO DE BATERIA
LOTAÇÃO MÁXIMA NO SEMINÁRIO DE NAZARIO
ZÉ EDUARDO NAZARIO, UM DOS MAIORES DESTAQUES DO EVENTO
Revista Modern Drummer Brasil - no. 11 - 1997 - Andrea Colmatti
São Paulo recentemente sediou o I Salão de Bateria do Brasil. Realizado entre os dias 21 e 25 de maio no Centro Cultural Vergueiro... contou com a participação de alguns grandes nomes da nossa música... Zé Eduardo Nazario iniciou seu seminário/performance, lotando o anfiteatro e trazendo muitos interessados dispostos a não perder uma única palavra do que êle tinha a dizer. Sua proposta de homenagear alguns músicos veteranos, como Milton Banana e Edison Machado, entre outros, como ele admite serem os responsáveis por sua formação - foi excelente. “A consciencia da nossa origem é muito importante ... e é necessário que os músicos jovens tenham essas referencias. O que quero é ajudar a fazer com que os grandes bateristas sejam lembrados, e sua memória preservada “, comenta Zé. Nazario subiu ao palco sozinho, foi chamando um a um seus acompanhantes, e começou com duas levadas de bossa nova dedicadas a Tom Jobim. Musicalidade nota dez, Zé foi seguindo por essa linha durante toda sua apresentação, obrigando o público a interrompê-lo várias vezes com palmas. Sady, batera do “ Nenhum de Nós “, disse a respeito do seminário: “A bossa nova é uma grande escola e para mim, hoje, o Zé é o pai da bossa nova“.
 
IRMÃOS NAZARIO LANÇAM DISCOS SOLO
Correio da Cidadania - Cultura - 01/02/1999 - Alexandre Pavan
Os irmãos Zé Eduardo e Lelo Nazario são exemplos de extrema competência e rara habilidade, tanto como compositores quanto como instrumentistas. Começaram a carreira muito jovens ... participando de shows e gravações de grandes nomes da música instrumental... Formaram em São Paulo o já histórico Grupo Um ... O conjunto foi uma espécie de “cooperativa” musical, para todos aqueles novatos explorarem e experimentarem suas muitas idéias musicais. Era o tempo do Teatro Lira Paulistana, localizado no bairro de Pinheiros, na cidade de São Paulo, que funcionava como um celeiro cultural da metrópole e abrigava inúmeros artistas. Em sua época áurea, o teatro cedeu o nome para uma gravadora, responsável por diversos lançamentos em discos ... Agora, o baterista e percussionista Zé Eduardo surge com seu cd “ZEN” (independente) ... ZEN é um trabalho basicamente percussivo, voltado para os batuques do Zé Eduardo instrumentista. A criação para os instrumentos de percussão (alguns inventados por ele) é maior do que seu trabalho de compositor para os instrumentos harmônicos. Mas é isso que dá uma unidade ao disco, que pode-se declarar virtuoso e contido ao mesmo tempo ... Enfim, bons discos de excelentes músicos, irmãos que, mesmo em trabalhos individuais, aparecem como uma unidade singular. Um percussivo, outro harmônico. Uma união que é o começo de tudo. Talvez não seja à toa que o grupo Pau Brasil - do qual ambos fazem parte atualmente - depois de muitas mudanças em sua formação, ressurgiu com o elenco do Grupo Um.
 
ZÉ É ZEN, LELO É SIMPLES
Jornal do Brasil - Rio de Janeiro, 24/02/1999 - Tárik de Souza
Músico refinado, que participou dos revolucionários Grupo Um e Pau Brasil, além de gravar com Hermeto Pascoal, Milton Nascimento, Egberto Gismonti, o baterista paulista Zé Eduardo Nazario ressurge em cd solo. ZEN, como sugere a sigla formada pelas iniciais de seu nome, promove uma coletânea de seu trabalho. Entram faixas dos discos “Reflexões sobre a Crise do Desejo” e “A Flor de Plástico Incinerada” do Grupo Um e abrange uma década (1981 - 1991) de seu trabalho como baterista, percussionista e compositor. 
 
ZÉ EDUARDO NAZARIO - ZEN - INDEPENDENTE ZEN
Revista Backstage - no. 51 - 1999
Este título pode resumir tudo o que está registrado nesse disco. É preciso estar “zen” para com a música, em seu formato instrumental ou, ao menos, buscar na audição um caminho para o seu nirvana. Nazario é um instrumentista fabuloso. Percussivo e sonoro com tablas, berimbau, kalimba e com sua voz... “Prá Sentir e Contar” e “ZEN”, são a síntese da raça deste ritmista brasileiro, mas é “Energia dos 3 Mundos / Só prá Ouvir”, com a participação do soxofonista Cacau, que o cd player ferve. Sax tenor fraseando jazz, bateria quebrando tudo, e depois, suingando uma deliciosa brincadeira regional. Um belo trabalho.
 
LANÇAMENTOS - ZÉ EDUARDO NAZARIO - ZEN - INDEPENDENTE
Revista Batera - 03/1999 - Sérgio Gomes
O título desse segundo trabalho solo de Zé Eduardo Nazario revela, além de suas iniciais, a influência que a cultura hindú exerce sobre seu trabalho. Isso pode ser percebido pela presença das tablas e sílabas indianas nas faixas “Acarajé ao Curry” e “Prá Sentir e Contar”, e também na linguagem modal e no uso de ostinatos em composições de longa duração. Destaca-se ainda o uso de percussão eletrônica em “Anônima”, uma espécie de “free eletro-acústico”, e a demolição da bateria “power samba” em “Energia dos 3 Mundos”, um duo de bateria e saxofone (Cacau) de 15 minutos. ZEN é um cd de primeira qualidade, para ouvidos modernos, que expande os padrões convencionais da composição popular instrumental ... Zé Eduardo Nazario confirma, através desse trabalho, ser um dos maiores músicos e bateristas desse país.
 
SAFRA HETEROGÊNEA DE ALMA MUSICAL BRASILEIRA SÁBIOS VISIONÁRIOS
Tribuna da Imprensa - Rio, Segunda feira, 03/05/1999 - Arnaldo DeSouteiro
Trafegando em uma esfera de sensibilidade completamente distinta, os irmãos Lelo e Zé Eduardo Nazario detonam brilhantes trabalhos individuais ... Logo na primeira faixa do cd ZEN, do extraordinário baterista/percussionista Zé Eduardo Nazario, sente-se o toque de Lelo, em implacável diálogo com o irmão em “Flor do Sul”. Eles seguem juntos nas inéditas “Acarajé ao Curry” (uma capoeira alienígena com o groove comandado pelo berimbau em sintonia com tabla e um arsenal de teclados). Em “Anônima”, proeza de precisão (e percussão) eletrônica não-robotizada. Com “Vida”, o disco ganha característica ainda mais viajantes, abrindo com uma batucada muito doida que se dispersa através de instrumentos como marimbau e khena do Laos. Duo de bateria e tenor (o grande Cacau, que assim como Zé Eduardo fazia misérias na banda de Hermeto), “Energia dos 3 Mundos” não perde o pique nem o poder de atração, apesar da longa duração, atrelando-se cosmicamente ao “Só prá Ouvir” na base de flauta, kalimba e tubofone. “Prá Sentir e Contar” incorpora efeitos vocais sobrepostos ... lançando mão também do xilofone que aparece somado à marimba no tema título “ZEN”. A alma, enobrecida, agradece.
 
PERCUSSÕES DO BRASIL
Revista Batera e Percussão - no. 23 - 06/1999 - Sérgio Gomes
De 18 a 30 de maio de 1999, o SESC Vila Mariana, em São Paulo, foi palco de um dos mais extensos eventos de ritmos brasileiros, tambores, bateristas e percussionistas, representantes das mais diversas tradições brasileiras, que já se viu no país ... A Evolução da Bateria Brasileira” foi o nome do workshop apresentado por Zé Eduardo Nazario. Uma super retrospectiva da história da bateria no Brasil ... Nazario também quebrou tudo num autêntico show de música contemporânea que fez com seu grupo, apresentado composições do seu último cd, “ZEN”.
 
A BATERIA BRASILEIRA - 80 ANOS DE HISTÓRIA
Revista Batera e Percussão - no. 31 - Março de 2000 - Texto: Gustavo Faleiros
É preciso ainda falar do pessoal que lutava pela música instrumental. Os anos 70 também renderam bons frutos nessa área. Já no inicio da década, Zé Eduardo Nazario, que tinha surgido aos 14 anos na TV Excelsior tocando o “Jequibau”, uma batida de samba em 5/4, e Guilherme Franco, outro importante baterista e percussionista que fez carreira nos EUA, montaram o Grupo Experimental de Percussão ... Em 73, Hermeto Pascoal voltou dos EUA com seu primeiro disco gravado. Havia se tornado conhecido na imprensa, pois tinha feito gravações com Miles Davis. Logo que chegou, resolveu montar seu grupo. No decorrer dos 70, passaram ainda pelo grupo do “campeão” importantes bateristas, como Zé Eduardo ... Zé Eduardo, após deixar o grupo do compositor Egberto Gismonti, outra importante figura da música instrumental brasileira, monta o Grupo Um. ... Marcha sobre a Cidade” é o disco lançado pelo Grupo Um ... O álbum é considerado muito importante na música instrumental brasileira. “Zé Eduardo e o Grupo Um fizeram um trabalho que aé hoje considero o mais vanguardista dentro do instrumental brasileiro. Quando os vi pela primeira vez, tive a sensação de que se tratava de algo muito especial e de que eu tinha que evoluir muito para entender aquilo”, revela o batera André Jung, que iniciava seus estudos nesse período ... É necessário ainda citar alguns nomes que se dedicaram à musica instrumental nos anso 90 ... Zé Eduardo no “Pau Brasil” e “Os Cinco”.
 
PROJETO GENIAL - SUCESSO ABSOLUTO
Jornal O Progresso - Pouso Alegre/ MG - Sexta feira, 09/06/2000
No último dia 02 teve início no Teatro Municipal de Pouso Alegre o Projeto “Sexta em Sintonia”... A estréia desse projeto foi sucesso absoluto, quando se apresentou o Quinteto ZEN, liderado pelo baterista e compositor Zé Eduardo Nazario, que fez uma belísssima apresentação do que há de melhor na música brasileira instrumental, levando o público ao delírio. Falando nisso, me deixou feliz ver as dependências do teatro completamente tomadas, demonstrando que Pouso Alegre possui também um grupo de pessoas que possui gosto refinado pela música.
 
ECOS - BRASILEIROS NA DINAMARCA
Revista Batera e Percussão - no. 42 - 02/2001 - Júlia Grassetti
Zé Eduardo Nazario foi um dos brasileiros que lecionou no “Brazil Week in Copenhagen” (semana do Brasil em Copenhagen), na Dinamarca. O evento foi realizado de 09 a 13 de outubro de 2000, na “Rytmiskmusik Konservatorium”, escola de música mantida pelo Ministério da Cultura da Dinamarca, e contou com cerca de vinte artistas brasileiros ... juntamente com Carlos Malta e Jovino Santos, os três percussionistas, Zé Eduardo, Robertinho e Ronaldo Silva, realizaram um concerto cujo repertório contou com composições próprias em ritmos brasileiros, como Maracatu e Samba. O músico ainda comentou sobre a igual importância que lá é dada aos instrumentistas e cantores “Os improvisos são muito valorizados e aplaudidos, e a música instrumental é tão apreciada quanto a cantada. Os brasileiros estão perdendo a oportunidade de conhecer excelentes trabalhos de música instrumental”.
 
CULTURA - RESGATANDO A BOA MÚSICA
Jornal Domingo - Pouso Alegre/MG - 01/04/2001 - Willian Sanches
Foi por não esquecer experiências vividas que o Secretário do Estado da Cultura de Minas Gerais, Ângelo Oswaldo se apaixonou pelas músicas entoadas pelo Quinteto ZEN, durante uma visita ao Conservatório Estadual de Música “J.K.O.” de Pouso Alegre, em outubro do ano passado. Com certeza ele deve ter se lembrado da música brasileira instrumental, uma vertente da Bossa Nova ou o Jazz Brasileiro, aquele que se tocava no iníciop da década de 60 ... Desta apresentação surgiu um convite, o único para um grupo do sul de Minas. A pedido do próprio Secretário, o Quinteto ZEN se apresentará no dia 11 de abril no projeto Música no Museu, no Museu de Arte da Pampulha, em Belo Horizonte.
 
NOTÍCIAS
Revista Modern Drummer Brasil - 02/2006
O baterista e professor Zé Eduardo Nazario acaba de receber, da Universidade Federal da Bahia, o reconhecimento do “Notório Saber”, título que o coloca na condição de professor universitário habilitado, segundo a Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional (LDB). Ele é um dos primeiros bateristas/percussionistas a ter essa honra, num processo que depende da avaliação de Professores Doutores em Música, da própria UFBa e de outras universidades brasileiras. Parabéns, Nazario!
 
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